Fellipo cruzou os braços, encostado na parede, observando de longe. Seu maxilar estava travado, os olhos fixos na cena à sua frente.
Cecília abria os braços para Samara, oferecendo um abraço sem hesitação. Samara, por sua vez, hesitou, seus olhos marejados refletindo culpa e alívio ao mesmo tempo.
— Eu… — A voz de Samara saiu trêmula.
— Vem cá. — Cecília insistiu, com um pequeno sorriso, seu olhar cheio de compreensão.
Fellipo respirou fundo. Ele ainda queria manter Samara longe, mas não ia inte