No quarto de Lua, a luz da tarde começava a sumir enquanto a brisa quente soprava as cortinas bem fraquinho, entrando no ambiente e sacudindo bem de leve os fios brancos dela.
— Eu sei que você me odeia um pouquinho — Amber começou, sentada no tapete, mexendo nas bainhas de um pano limpo como se aquilo fosse tarefa urgente. — Por tudo que falo do Caleb. — Ela inspirou. — E talvez você esteja certa.
Lua ergueu o rosto, surpresa.
— Como assim “talvez”?
— Eu vi você com ele na outra noite. — Amber