Savannah não respondeu.
Eu sabia que não responderia. Ela estava confusa, lutando contra algo que já a consumia. Eu via nos olhos dela. O mesmo desejo. A mesma hesitação. A mesma maldita barreira que ela erguia entre nós.
— Vai dizer alguma coisa? Ou pode me deixar sozinho. — Minha voz saiu mais baixa, mais intensa do que eu pretendia.
Savannah respirou fundo, mas continuou em silêncio.
— É isso, então? Você pode me provocar, me deixar louco, me usar para seus joguinhos, mas quando a coisa fica