Assim que voltei para casa, algo pareceu errado. O silêncio estava pesado, diferente do habitual.
Deixei a bolsa sobre o aparador e fui até a sala, onde encontrei Isabelle sentada no sofá, os olhos perdidos, a respiração curta e acelerada. Suas mãos tremiam tanto que pareciam incapazes de se segurar em qualquer coisa.
— Izzy? — me aproximei, preocupada. — O que houve?
Ela não respondeu. Apenas continuou encarando o nada, como se estivesse presa em algum pensamento aterrorizante.
— Isabelle! — c