O silêncio entre nós parecia pesado. O carro seguia pelas ruas iluminadas, mas minha atenção não estava na paisagem pela janela. Estava nele.
Eu não queria olhar. Não queria reparar. Mas fiz exatamente isso.
Thomas dirigia com uma mão no volante, a outra repousando casualmente no câmbio. A luz da rua entrava pelo vidro, iluminando seu rosto em ângulos dramáticos—o maxilar forte, o traço reto do nariz, a forma distraída como ele mordia o lábio inferior. Ele fazia isso com frequência, e agora eu