O silêncio da manhã era quebrado apenas pelo som suave da chuva batendo nas janelas da mansão Bragança. Lá fora, a cidade despertava lentamente, mas dentro daquele refúgio, Luna e Leonel viviam um momento que parecia suspenso no tempo — um instante em que tudo o que importava era a respiração um do outro.
Luna estava deitada na cama, a barriga levemente arredondada já visível sob a blusa de seda que usava. Leonel sentou-se ao seu lado, cuidadosamente apoiando a mão sobre a pele morena que escon