A porta do escritório se abriu lentamente, e ali estava ele — Augusto Bragança, o homem cuja sombra pairava sobre a vida de Leonel desde sempre. Os olhos do patriarca, cansados, mas ainda imponentes, encontraram os de seu filho com uma mistura complexa de culpa e esperança.
Leonel permaneceu firme, ereto, os punhos cerrados sobre a mesa. Luna, ao seu lado, apertou discretamente a mão dele, enviando força silenciosa.
Augusto engoliu em seco, seus passos ecoando no silêncio da sala.
— Leonel... —