As câmeras de segurança externas da sede do Grupo Bragança continuavam girando em seus eixos, indiferentes ao que acontecia a poucos metros dali. A van preta estava posicionada em um ponto cego do sistema — estrategicamente estudado por Larissa e Caio nas últimas semanas.
Dentro da van, o clima era de precisão. Um dos homens, usando óculos de realidade aumentada, digitava freneticamente em um notebook ligado a um servidor externo.
— Sistema principal da empresa identificado — murmurou. — Código