O silêncio no escritório de Leonel era profundo, quebrado apenas pelo leve tilintar dos cubos de gelo em seu copo de uísque. O dia fora longo, e as revelações da reunião do Conselho ainda ecoavam em sua mente. A ideia de ter um irmão perdido, supostamente morto há décadas, voltava como um espectro a cada pensamento.
Luna entrou no cômodo sem fazer barulho. Ela carregava um tablet nas mãos, os olhos atentos aos arquivos que havia recebido de Gabriela minutos antes.
— Temos algo — disse, sua voz