CAP 8
Jonah puxa a minha mão e o solavanco quase me faz gritar de dor.
— Meu ombro — digo, com dificuldade.
— Merda — ele sussurra.
Então, pega minha outra mão e começamos a correr juntos. Mas não para frente. É como se estivéssemos voltando para a casa.
— Não! — Puxo a mão da dele. — Você está me levando de volta para ele, seu cretino.
Jonah para de repente e apoia uma mão no meu ombro bom, levando a minha atenção para ele:
— Confia em mim e vem — os olhos fundos nos meus. — Antes que ele te ache.
Puxo o ar com força e aceito ser guiada por uma dezena de metros até um… estábulo?
— Por que você me trouxe para cá? — minha pergunta é pânico puro, quando percebo que talvez ele tenha me traído. — Estamos muito perto da casa.
O lugar é uma construção de madeira com quatro baias, cada uma delas cheia de palha ou feno. Em cada uma, um animal enorme. O cheiro irrita o meu nariz sensível.
— Amallia, respire e preste atenção em mim. — Ele segura meu rosto com uma mão gentil e levanta meu queix