O jantar segue como nas últimas noites, mas hoje ninguém parece disposto a conversar sobre nada. O único som na mesa é o metal dos talheres raspando nos pratos de porcelana. Cada um aqui perdido nos próprios pensamentos.
E os meus estão presos no fato de que não encontrei Sirius o dia todo — e não faço ideia de onde ele esteve.
Minha cabeça gira discretamente para a direita, onde, depois de uma cadeira vazia, ele está. Por reflexo, ele me olha também, mas logo volta a focar na comida.
— Amallia