— Porra, Nicco — Soren quebra o silêncio sem levantar o olhar do laptop. — Você já terminou todas as garrafas de absinto que eu comprei mês passado.
Do outro lado da mesa do escritório da Nostrum, o rosto de Soren está iluminado pelo brilho azulado do monitor. Suas feições estão sérias, focadas nos números do estoque de bebidas da boate como se fosse a coisa mais interessante do mundo. O barulho das teclas do mouse é o único entre a gente agora.
Estou jogado na poltrona de couro, meu corpo afun