O silêncio aqui nas montanhas dos Korin é absurdo, mas eu o conheço bem. Passei a vida inteira desejando esse silêncio, porque era ele que dizia que estava tudo bem, que eu podia fechar os olhos e dormir em paz. Foi assim que eu cresci, escondida com meu tio naquela cabana caindo aos pedaços no meio do mato.
Agora esse silêncio esmaga qualquer tentativa minha de pensar em outra coisa além do que está na minha frente. E qualquer tensão que substituísse a dor de olhar para isso seria bem-vinda.
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