— Diz que você quer ser a minha luna. Minha única lobinha. Eu vou te tomar aqui mesmo, no meio dessa mata. Muitas vezes.
Niccolai está sobre mim, mas seu peso enorme não me incomoda. Pelo contrário, sinto a rigidez dele contra a minha coxa e o calor da sua palma subindo pela minha barriga, por cada centímetro da minha pele.
O mundo ao redor — o cheiro de terra, os caminhões já longe agora — desaparece. Só existe a respiração dele no meu pescoço, o roçar da barba suave que me faz arquear o corp