O peso de Jonah me sufoca quando ele me deita na mesa. O rosnado da minha loba agora é um grito dentro da minha cabeça. Meus braços queimam tentando afastar seu peito, mas ele é puro músculo e desejo irracional.
— Jonah, para! — minha voz sai trêmula.
Ele não ouve. O cheiro de suor e do seu desejo agressivo invade meu nariz, apagando o outro, o perfume ‘certo’ da casa. Seu hálito quente e irregular bate contra o meu pescoço, e a cada segundo o horror vai se multiplicando dentro de mim e substit