MOLLY
Abaixo a arma com um sorriso.
— Sabia que podíamos entrar em consenso. — digo de forma falsamente meiga.
— Eu preciso das mãos livres. — ele diz.
— Eu vou soltar você, mas se tentar uma única gracinha que seja, a próxima bala vai na cabeça dela.
Com um canivete, corto as cordas que o prendem e lhe entrego o laptop. A minha arma fica o tempo todo apontada para a cabeça da assistente e meus olhos revezam entre ela e a esposa do Nicholas. A vadia ainda está tonta pelo clorofórmio pelo que eu