Na manhã seguinte, ao sinal do primeiro raio de sol que atinge meu rosto, sinto o sono se dissipar e minha mente ficar desperta. Ao tatear a cama, vejo que a mesma se encontra vazia. Levanto rapidamente e começo a chamar por Eva enquanto desço as escadas apressadamente.
Ela me responde com um som bem fraco e abafado.
Ao mesmo tempo que me sinto aliviado de ouvir sua voz, a tensão surge quando lembro do depósito.
— Onde você está?
— Aqui no porão.
Vejo a porta da escada entreaberta, e sigo e