Alya sentiu o perigo antes de ver. O passo do homem na calçada, o jeito do carro aparecer nas esquinas certas, o silêncio estranho do celular de Paolo. Tudo se misturava num alarme interno que não parava de tocar. Ela apertou as mãos nas mochilas dos meninos.
— Agora não é hora de fazer birra. — avisou, a voz firme — Andem. E juntos.
Ravi, mais cansado, tropeçou no próprio cadarço desamarrado e quase caiu. Alya o segurou pelo braço, puxando de volta pro eixo, o coração batendo ainda mais rápido