A tarde parecia não acabar nunca. Alya já tinha perdido a conta de quantas vezes olhou para o portão da escola, para o relógio e para o celular.
Cada minuto que passava parecia uma provocação. O sol descia devagar, o barulho das crianças diminuía à medida que mais pais chegavam, levavam, sumiam na esquina.
Paolo não chegava. As mensagens continuavam sem resposta. Os trigêmeos, que no começo estavam distraídos contando carros e falando sobre o lanche da escola, começaram a ficar inquietos.
Math