Desde a noite em que viu Alya e os trigêmeos naquela calçada iluminada por um poste com iluminação ruim, Paolo não conseguiu mais ficar longe daquela rua. Não todos os dias, porque sua vida era feita de reuniões, ameaças e sangue, mas sempre que podia escapar, o carro dele acabava voltando para o mesmo lugar.
Nunca se aproximava de verdade. Não batia na porta, não atravessava o portão baixo, não deixava que os faróis denunciassem sua presença. Ficava dentro do carro, um pouco afastado, motor de