O primeiro sinal de que alguma coisa estava errada não foi um tiro, nem uma batida na porta. Foi um olhar.
Alya vinha voltando do trabalho, a mochila pendurada em um ombro, uma sacola de mercado no outro, o corpo cansado do dia inteiro em pé. O céu já estava puxando para um azul escuro, os postes acendendo aos poucos. Ela virou a esquina da rua de casa e sentiu. Aquela sensação estranha, incômoda, de ser observada.
Dois homens estavam encostados em um carro estranho, que ela nunca tinha visto p