— Gael... — Chamei.
— Não é um sonho, é você, Mari. Você é a Mariana, não é? — Murmurou Gael.
De repente, Gael segurou meu rosto com as duas mãos.
A proximidade era tamanha que até nossas respirações pareciam se enroscar, perdidas no espaço entre nós.
Seus olhos, pesados pelo álcool, refletiam um turbilhão de emoções. Havia confusão, incredulidade, um leve toque de amargura e algo mais profundo que eu não conseguia decifrar.
Meu coração apertou, como se alguém o tivesse espremido na palma da mão