O avião particular cortava as nuvens macias como seda, traçando um caminho silencioso de volta a Nova York. Kiara olhava pela janela, onde o céu se estendia infinitamente, e uma sensação de melancolia a envolvia ao deixar o chalé para trás. Aquela bolha de tranquilidade parecia um sonho efêmero. O anel em seu dedo capturava a luz do sol que entrava pela janela, brilhando suavemente como uma promessa que ela mal conseguia acreditar que era real.
Sergey estava sentado ao lado dela, os olhos fixos