O som discreto dos pneus do carro deslizando pela entrada de paralelepípedos ecoava na mente de Kiara como um lembrete de onde estava prestes a pisar. Sergey segurava sua mão firmemente, como se soubesse exatamente o turbilhão de pensamentos que passava por sua cabeça. Ela olhou para ele, buscando uma faísca de tranquilidade em meio à elegância intimidadora da mansão à sua frente.
— Você está pronta? — ele perguntou, a voz suave, mas carregada de expectativa.
Kiara respirou fundo e assentiu.
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