Rafaella aprendeu a sorrir. Não com o rosto, mas com os olhos. Um olhar leve, treinado, domesticado — que escondia o turbilhão sob a superfície.
Desde que decidiu fugir, seu plano dependia de saber mais do que diziam. Precisava testar, observar, medir cada detalhe.
E assim o fez.
Nos dias que seguiram a partida de Izadora, ela começou a executar pequenos testes ao redor da fazenda. Primeiramente, deixou a porta dos fundos do galpão aberta por exatos quinze minutos antes que um dos seguranças pe