Rafaella parou diante da porta do escritório. Respirou fundo, apertou as mãos suando contra o tecido do vestido. Seu coração parecia querer pular do peito. Sabia que precisava falar… mas temia as respostas.
Bateu duas vezes, leve, quase torcendo para ele não ouvir.
— Pode entrar. — a voz dele ecoou lá de dentro, firme, porém suave. — Você não precisa pedir permissão, Rafa. Nunca precisou.
Ela abriu a porta devagar. O cheiro dele, amadeirado, forte, tomou conta. Santiago estava sentado, papeis à