O lugar escolhido por Narelle não estava nos mapas corporativos. Um mirante abandonado nos limites da cidade, onde o concreto se confundia com as ruínas de um tempo em que liberdade ainda era uma palavra viva.
Ela chegou antes dele, pela primeira vez. Sentia que precisava desse domínio — pelo menos no início. Quando Rhaek apareceu, sem uniforme, sem os traços de comando, algo nela se remexeu.
Ainda era o mesmo homem que a marcara antes de ela saber o que significava pertencer. Mas agora...