Kalil não dormiu na noite em que voltou àquela casa. O cofre martelava em sua mente como um chamado. Ele já não pensava em negócios, não se concentrava em números, não respondia às mensagens da matilha. Tudo nele girava em torno daquela mulher misteriosa, das respostas que ela escondia entre véus e silêncios.
Voltou alguns dias depois, à mesma hora, com a mesma precisão de caçador. O portão enferrujado se abriu com um ranger baixo. O mármore, as cortinas de seda e o duplex oculto já não o impre