Aldren governava o salão como se cada olhar fosse um súdito a ser conquistado ou esmagado.
Callista, sentada à cabeceira oposta, observava o modo como ele manejava as conversas: uma palavra para acalmar um aliado, um silêncio calculado para intimidar um adversário. Era um predador que não precisava mostrar as presas para que todos sentissem o perigo.
Desde a noite no corredor, ele a mantinha por perto — não como um ornamento, mas como alguém cuja presença tinha peso. E Callista sabia usar isso.