Narelle chegou cedo ao prédio da empresa. O ar da manhã ainda carregava um frescor quase ingênuo, em contraste com o calor que se acendia sob sua pele desde a noite anterior.
Não dormira.
A lembrança de Rhaek — o toque gentil, os olhos que não a queriam como troféu, mas como verdade — martelava sob sua pele. E isso a desarmava.
Porque com Kael, tudo era guerra, colisão, prazer e domínio.
Com Rhaek… era silêncio que acolhia.
Mas quando as portas do elevador se abriram no andar executivo, ela so