O sol mal havia tocado o horizonte quando Narelle deixou a cobertura de Kael. Caminhava pelo estacionamento subterrâneo com passos firmes e silenciosos, como se a noite anterior fosse apenas um borrão — mas cada músculo do seu corpo gritava o contrário. Sob a camisa de seda preta e o tailleur impecável, havia pequenas marcas roxas e avermelhadas, trilhas discretas de um domínio que ainda ardia sob sua pele.
Ao entrar no carro, ajeitou o retrovisor e encarou a si mesma. O rosto continuava perfei