O som da porta do salão se fechando atrás dela não foi apenas um estalo de madeira e ferro. Foi um veredito. Uma sentença.
Kael apertava os dentes. A mandíbula tão travada que parecia prestes a quebrar. O cheiro do cio de Narelle ainda impregnava cada centímetro do seu corpo, das paredes, do seu próprio autocontrole.
Ele apertou o nó da gravata. Tentou se recompor. Tentou... mas falhou.
Porque não havia no mundo... não havia, nem nunca houve... nenhuma loba capaz de incendiar o sangue dele como