O envelope preto estava sobre a mesa havia horas. Intocado. Como se abri-lo fosse acionar uma bomba.
Mas ela já sabia o que dizia. Nem precisava romper o selo dos Vorn para entender.
Não era um convite. Não era um pedido.
Era uma convocação. Uma exigência velada.
‘O herdeiro existe. É hora de trazê-lo para onde pertence.’
O celular vibrou. Ela pegou antes mesmo do segundo toque. Sabia quem era.
— Narelle. — A voz de Kael veio carregada, tensa, mais rouca do que o habitual. — Eu vi. Já circula