Maya.
Minhas unhas eram vítimas constantes do meu nervosismo. Desde então, não o vi mais, nem soube nada do senhor Valentino. O pior foi ter dito que ele fizesse o que quisesse comigo. Claramente, eu estava me entregando a ele numa bandeja de prata. Afinal, o Don, quem sabe o que poderia fazer comigo, passava anos me perseguindo e me implorando para ir morar na mansão dele, coisa que eu nunca teria feito, nem mesmo por necessidade. Agora, a frase que eu disse ao senhor Valentino ecoava na minha