TARYN
O mundo parece se reduzir àquele instante.
Ao calor das mãos dele.
À pressão dos seus dedos contra minha pele.
Eu deveria. Deveria afastá-lo, recuperar o fôlego, lembrar de tudo o que está em jogo.
Mas não consigo.
Meus dedos sobem devagar pelo braço dele, sentindo a firmeza sob o tecido, a tensão contida… nada suave, nada delicado, e ainda assim, impossível de evitar.
— Não — sussurro.
A palavra mal existe entre nós.
Ao me puxa para a cama, seu corpo se molda ao meu. Seu calor me abraça,