TARYN
Dina entra no quarto como uma rajada de vento frio. O rosto está pálido, os olhos arregalados de um jeito que faz meu estômago afundar antes mesmo que ela abra a boca.
— Senhora… — ela começa, a voz falhando. Engole em seco, fecha a porta às pressas e corre até mim. — Você precisa fugir. Agora.
Sento na cama num salto.
— Fugir? — repito, ainda confusa. — Dina, do que você está falando?
Ela não responde de imediato. Está tremendo. As mãos apertam as minhas com força excessiva, como se quis