Mundo de ficçãoIniciar sessãoTARYN
Todos já tinham se recolhido quando alguém bate na minha porta.
Não é uma batida forte e nem educada.
Eu havia acabado de soltar os cabelos e desfazer o espartilho quando Dina abriu a porta apenas o suficiente para me olhar com olhos arregalados, parecendo assustada.
— O alfa pede uma conversa, senhorita. — murmurou.
— O alfa? O que ele quer? — ela balançou a cabeça, insinuando que não sabia.
—É melhor se apressar, senhorita. Ele não parece com bom humor.
Vesti o primeiro tecido que encontrei, o mantelete escuro, ainda morno do meu corpo e nem calcei os sapatos. Não tive tempo de parecer composta. Talvez nem fosse esse o objetivo.
O corredor da ala dele parecia mais estreito à noite. As tochas lançavam sombras longas demais, e cada passo meu soava alto. Indevido.
O escritório est







