Sinais de Esperança
Acordar era mais leve agora. As manhãs ainda vinham com pensamentos emaranhados, com dúvidas sussurradas enquanto Ava passava as mãos no ventre e conferia o tempo no celular. Mas havia algo novo, algo suave e crescente:
A sensação de pertencimento.
No espelho do banheiro, Ava observou o próprio rosto. As olheiras não desapareceram, mas os olhos pareciam menos vazios.
As marcas de dor ainda estavam lá, mas, por baixo, surgia uma expressão que ela quase não reconhecia: