O silêncio que se seguiu ao som do vidro quebrado era ensurdecedor. Eloise sentia os batimentos do próprio coração ecoarem no peito como tambores de guerra. Jason, ainda parado diante da janela, respirava fundo, tentando conter a fúria que se acumulava a cada segundo.
— Ele passou dos limites. — disse por fim, com a voz grave.
Eloise recuou, abraçando a si mesma.
— O que a gente faz agora?
Jason não hesitou.
— Vamos até a polícia. Agora.
Ele pegou as chaves, e em minutos já estavam descendo par