Noah estava sentado no sofá macio do consultório, uma sala ampla, mas aconchegante, com paredes em tons claros e quadros coloridos que passavam tranquilidade. A psicóloga era uma mulher de fala calma e muito bonita, ela ajeitou a cadeira à frente dele, deixando uma distância confortável, nem perto demais, nem distante demais. Ela sorriu novamente, tentando deixá-lo à vontade.
— Então, Noah, — começou ela, com voz suave — quero que você se sinta em casa aqui. Esse é um espaço só seu, para falar