O vento bagunçava batia contra a pele dela enquanto a cidade passava como um borrão, e Jinx segurava com firmeza a cintura de Eduardo. A moto era velha, mas confiável, e rugia sob eles como uma fera mansa que só obedecia ao toque dele.
— Está tudo bem aí atrás? — ele perguntou, alto o suficiente para vencer o barulho do motor e o vento.
— Sim! — ela respondeu, encostando nas costas dele. — Mas estou com fome. Tipo… muita fome.
— Vou dar um jeito nisso. — prometeu, virando na próxima esquina.
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