LEAH HAMPTON
O despertador não tocou, mas meu relógio biológico, treinado por anos de rondas na madrugada e cirurgias de emergência, me puxou do sono às seis.
Por um breve momento, senti aquela desorientação clássica de quem acorda numa cama que não é a sua. O colchão era mais firme que o meu, o lençol tinha uma contagem de fios que beirava o obsceno de tão macia, e o cheiro... de homem.
Virei o rosto no travesseiro. Markus estava dormindo de bruços, um braço jogado possessivamente sobre a minh