MARKUS BLACKWOOD
Os dias nas Maldivas flutuavam.
Aqui o tempo era irrelevante. O sol nascia, pintando o céu de tons impossíveis de laranja e rosa, e se punha num espetáculo de roxo. E entre esses dois eventos, existia apenas nós.
Leah e eu.
Desliguei o celular no momento em que chegamos e o tranquei no cofre.
Nossa rotina se tornou uma doce repetição de prazer, descanso e conversas que nunca tivemos tempo de ter. Descobri que Leah adorava frutas exóticas que eu nem sabia pronunciar o n