ELIZABETH WINTER
Eu fechei a porta do quarto de hóspedes. Encostei-me na madeira, cruzei os braços e, contra toda a lógica, comecei a rir.
Não foi um risinho. Foi uma gargalhada genuína, vinda do fundo da barriga.
Ele me rejeitou.
Eu, Lizzy Winter, cancelei uma reunião, peguei um jato particular às três da manhã, cruzei o país movida por um telefonema bêbado e absolutamente patético, ofereci-me a ele de bandeja... E ele recuou.
"Eu tenho que... tomar banho. Eu... eu tenho que trabalhar. O café.