Adan
Na manhã seguinte, acordei e ela ainda estava ao meu lado. Olhei as horas no celular e já eram seis e meia. Virei e abracei-a por trás. Remexeu e gemeu baixinho, cheia de preguiça. Suas mãos agarraram as minhas.
— Bom dia, amor... — sussurrei em seu ouvido.
— Bom dia, querido presidente.
Beijei seu rosto, pescoço e a nuca, fazendo-a se arrepiar.
— Como se sente?
— Melhor. — Olhou-me por cima do ombro. — Foi só uma crise de ansiedade misturada ao medo, eu acho. Não é bom lembrar do passado.