Capítulo 76

(...)

Lorenzo

 O peso do silêncio no quarto de hospital era interrompido apenas pelo bipe rítmico e insistente dos monitores que mantinham Hugo vivo. Olhei para Liza. Ela parecia uma estátua de mármore, fria e inalcançável, sentada à beira da cama do pai. O sangue seco em sua pele era um testamento da minha incompetência.

— O anel

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