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Lorenzo
Eu estava chegando na mansão. Tudo estava calmo, sem movimentos, sem o carro de Ricardo. Algo no meu instinto, aquele sentido de predador que me manteve vivo até hoje, começou a gritar.
Rapidamente, disquei seu número, no primeiro toque, ele atendeu.
— Ricardo, onde você está? — Rosnei no viva-voz, mudando a marcha bruscamente.







