O sino tocou novamente.
Todos se voltaram para a entrada.
A porta principal abriu-se lentamente.
Um homem entrou apoiado em uma bengala. Era alto, magro e tinha cabelos brancos cuidadosamente penteados. O rosto apresentava marcas profundas, mas os olhos permaneciam atentos.
Rafael empalideceu.
— Mauro Salvatierra.
Helena sentiu o sangue gelar.
— Ele estava morto.
— Não — respondeu Samuel. — Apenas deixou que acreditassem nisso.
Mauro fechou a porta atrás de si.
— Vocês sempre foram muito rápido