Helena entrou na casa antes que alguém pudesse impedi-la.
A trilha de sangue seguia pelo corredor, passava diante da sala de leitura e terminava junto à porta de seu quarto.
Augusto avançou atrás dela.
— Espere.
Helena abriu a porta.
Laura estava caída junto à escrivaninha, com uma das mãos pressionada contra o ombro. Havia sangue em sua roupa, mas ela permanecia consciente.
— Laura!
Helena ajoelhou-se ao seu lado.
— Foi um corte superficial — disse Laura. — Não toquei em nenhuma artéria.
— Voc