POV: Lorenzo De Luca
No início da noite, enquanto a névoa começava a cobrir os prédios de Milão, Matteo entrou silenciosamente no escritório principal da torre carregando duas xícaras de café bem quente em mãos. Ele caminhou até a escrivaninha de carvalho e colocou uma delas diretamente diante dos meus relatórios.
— Faz muitas horas consecutivas de que você não se dá ao trabalho de levantar desta cadeira para esticar as pernas ou respirar um pouco, Lorenzo — ele pontuou, com a voz mansa.
Aceite